Calculo de Rescisão


Calculo de Rescisão Trabalhista

Realize aqui seu calculo de rescisão. Quer saber mais sobre os detalhes do cálculo e as leis envolvidas? Temos um material completo sobre recisão abaixo que ensina certinho como calcular o valor.

R$

Resultado do Cálculo


Valores da Rescisão Valor Receber Desconto INSS Desconto IRRF Valor FGTS
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TOTAL R$ {{valorTotal | number: 2}} R$ {{descontoTotalINSS | number: 2}} R$ {{descontoTotalIRRF | number: 2}} R$ {{fgtsTotal | number: 2}}
Valor Líquido a Receber R$ {{ (valorTotal - descontoTotalINSS - descontoTotalIRRF) | number: 2}}
Valor FGTS Disponível para saque ({{100*percentFgtsSaque | number: 0}}%) R$ {{fgtsTotal*percentFgtsSaque | number: 2}}

Salário durante o aviso prévio Valor Receber Desconto INSS Desconto IRRF Valor FGTS
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Como Realizar o Calculo de Recisão

Aqui daremos dicas de como conferir a rescisão contratual com base na CLT, explicando os principais itens do cálculo do valor a ser recebido, complementando as informações obtidas com a calculadora de rescisão da Control iD.

Quando um acordo de emprego termina, seja por vontade do funcionário ou da empresa, é preciso fazer o acerto financeiro relativo ao tempo de trabalho já prestado. Para isso, o empregador deve realizar o cálculo de rescisão trabalhista para pagar aquilo que o contratado tem direito e descontar o que é devido. No entanto, nem sempre ele é feito corretamente. Em muitos casos, nem os próprios responsáveis conhecem a complexa legislação e podem deixar passar certas obrigações.

Por isso, é importante ter atenção no momento do encerramento do seu contrato para poder garantir seus direitos e saber se o que estão cobrando é justo. Assim, para ajudar você e acompanhar os cálculos elaborados, preparamos este post com 7 dicas para conferir se os valores da sua rescisão estão corretos. Portanto, siga conosco e boa leitura!

Quais são as regras para recisão?

Existem vários tipos de contratos de trabalho no setor privado. Para cada caso, há uma série de regras e leis correspondentes. Neste artigo, falaremos sobre os empregados cujas contratações foram feitas por tempo indeterminado e regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho, a CLT.

A CLT determina as regras básicas a serem seguidas nos acordos firmados entre empregadores e empregados. Ou seja, nenhum contrato empregatício pode conferir menos direitos ou mais deveres ao trabalhador do que os expressos nela.

Portanto, é a CLT que deve ser seguida para a formalização do acordo, bem como, do fim do vínculo trabalhista com seus devidos cálculos. Você sabe o que conferir em uma rescisão para certificar-se de que ela está de acordo com a CLT? No tópico a seguir falaremos sobre isso.

O que é preciso conferir no cálculo de rescisão trabalhista?

A rescisão de um vínculo trabalhista é o trâmite necessário para finalizar um contrato empregatício, zerando as obrigações tanto do funcionário quanto do empregador. Por isso, ela gera um cálculo de acerto financeiro, com valores relativos ao tempo já trabalhado, os descontos legais e os reembolsos de adiantamentos feitos.

No entanto, é preciso cuidado e acompanhamento para que sua rescisão não seja feita de forma errada. Afinal, isso pode significar prejuízos a você, que só serão reparados com a intervenção da Justiça, demandando tempo e causando dores de cabeça.

Assim, separamos abaixo 7 dicas importantes para quem está encerrando seu contrato de trabalho se prevenir de possíveis equívocos na rescisão. Confira!

Cálculo de rescisão trabalhista: 7 dicas para conferir o seu!

1. Considere o motivo da rescisão

Uma rescisão trabalhista pode ocorrer, basicamente, por cinco motivos. São eles:

  • um pedido do próprio funcionário;
  • em acordo de demissão voluntária;
  • rescisão em comum acordo;
  • por vontade do empregador, sem justa causa;
  • por vontade do empregador, com justa causa dada pelo trabalhador.

Para cada caso, as regras mudam um pouco, tanto em relação ao que é direito quanto ao que é devido pelo empregado. Por isso, é preciso que você saiba o motivo pelo qual seu contrato está sendo rescindido. Essa justificativa deve ser informada pelo setor de Recursos Humanos e precisa estar formalizada por escrito.

2. Veja se os valores estão proporcionais

O saldo de salário tem que ser pago de acordo com o tempo de trabalho no último mês de contrato. Nesse caso, o montante será proporcional aos dias que você permaneceu disponível para a empresa.

Assim, em um exemplo de salário no valor de R$ 1.500,00 com contrato finalizado no dia 20 de abril, após de ter sido admitido no dia 1º de janeiro de algum ano anterior, temos:

  • 1500 / 30 x 20 = R$ 1.000,00.
  • Além disso, os cálculos das férias (com acréscimo de um terço) e do décimo terceiro salário devem ser proporcionais ao período de 12 meses, havendo o direito de receber as quantias relativas aos meses cumpridos em um ano. Geralmente, essa proporção vale, também, para os pagamentos de bônus ou participação nos lucros.

    Seguindo a hipótese acima (o valor usado como base será a média dos salários dos últimos 12 meses):

    • férias (mais 1/3): 1500 / 12 x 4 = 500 + 1/3 = R$ 666,67;
    • décimo terceiro: 1500 / 12 x 4 = R$ 500,00.

    É importante lembrar, ainda, que as férias vencidas e não tiradas devem ser pagas com o acréscimo de um terço.

    3. Saiba o que você deve receber

    Confira se o cálculo feito pelo setor de Recursos Humanos está incluindo todos os seus direitos. Via de regra, quando há uma demissão sem justa causa, o funcionário tem direito a:

    • saldo de salário;
    • férias vencidas com o acréscimo de um terço;
    • férias proporcionais com acréscimo de um terço;
    • décimo terceiro salário proporcional;
    • multa de 40% sobre o FGTS que foi recolhido durante todo o tempo do contrato de trabalho;
    • outros vencimentos devidos como horas extras e adicionais noturnos;
    • aviso prévio.
    • Caso seja outra a motivação para a rescisão do contrato, essas verbas indenizatórias podem ser reduzidas. Na demissão por justa causa, por exemplo, somente o saldo de salário e as férias vencidas (com o acréscimo) são pagas. Já na rescisão por acordo, a multa do FGTS cai para 20%.

      4. Calcule os descontos devidos

      Observe, também, os débitos que estão sendo cobrados nos documentos de formalização do término do vínculo empregatício. Tenha atenção especial a descontos oriundos do controle de jornada de trabalho ou outras medidas administrativas. Se não estiver de acordo, não assine a rescisão e peça uma explicação detalhada.

      As deduções mais comuns em demissões sem justa causa são:

      • previdenciárias (INSS) sobre salário, aviso prévio e décimo terceiro;
      • de fundo de garantia (FGTS) sobre salário e aviso prévio;
      • de imposto de renda (IRPF) sobre o valor total da rescisão (pode ser restituído futuramente);
      • de adiantamentos realizados pela empresa (vale-refeição, por exemplo).

      5. Confira o aviso prévio

      O trabalhador demitido sem justa causa tem direito a aviso prévio, ou seja, um mês (30 dias contados a partir do dia da rescisão) pago pela empresa. Esse valor corresponde a um salário mensal, podendo ser cobrado pela empresa (funcionário precisa trabalhar esse mês) ou não.

      6. Leia com atenção o Termo de Rescisão

      Confira todas as informações presentes no Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), o documento que oficializa a rescisão, antes de assiná-lo. Não se sinta pressionado e pergunte sobre tudo o que tiver dúvidas.

      7. Acompanhe as informações no site do MTE

      O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), do governo federal, é o responsável pela fiscalização e formalização das rescisões trabalhistas. Em seu site, o órgão permite ao trabalhador acompanhar as informações fornecidas pela empresa, relativas ao término do vínculo empregatício. É uma boa maneira de conferir se não houve erros nos trâmites.

      Como deu para perceber, um cálculo de rescisão trabalhista é complexo, havendo muitas variáveis, como o tipo de demissão e o período trabalhado, que influenciam nos valores. Assim, é preciso prestar atenção ao que está sendo pago e descontado, pois um erro nas contas pode causar prejuízos para você, além de aborrecimentos com cobranças judiciais.

      Nossas dicas foram úteis para você? Então, aproveite e compartilhe este post em suas redes sociais para ajudar seus amigos e familiares, também!