Nos últimos 25 meses, muito se discutiu sobre o controle de ponto eletrônicos dos funcionários em empresas. Pouco se falou sobre a evolução apresentada pelos modelos de Relógio de Ponto nos últimos 15 anos. Muitos dos que criticam os modelos antigos de Ponto Eletrônico esquecem como funcionava anteriormente o controle de jornada.
Nas décadas de 70, e 80 empresas tinham que parar toda a operação do departamento pessoal por 2 a 3 dias, somente para conferir as horas trabalhadas dos funcionários escritos em livros de ponto, ou em cartões. Estes profissionais que eram responsáveis pelo controle de horas, tinham que trabalhar as vezes 18-20 horas seguidas para conseguir completar o controle em tempo para o pagamento dos funcionários em dia.
Isso em uma época na qual a inflação era de aproximadamente 80% ao mês, e o atraso do pagamento de 1 dia refletia diretamente no valor recebido pelo funcionário. Época em que as compras de mercado tinham que ser feitas no máximo na mesma semana do recebimento. Ou seja a empresa e os funcionários acabavam prejudicados.
E o Fiscal / Auditor do Trabalho? Ele quando chegava na empresa e via a quantidade de informações que recebia, ficava com trabalho para todo mês. Sua produtividade era seriamente afetada, dificilmente conseguia avaliar muitos casos no mesmo mês
O Relogio de Ponto eletrônico permitiu que todos os envolvidos fossem beneficiados:
Empresas – Passaram a ter em tempo real todos os dados referentes a controle de jornada; Funcionários do Departamento Pessoal (hoje RH) – Passaram a ter mais tempo para focar nas suas atividades principais; Funcionários em Geral – Passaram a receber em dia, e de acordo com o número de horas trabalhadas. Com informações diárias detalhadas ; Fiscais – Passaram a ter acesso imediato a informações calculadas por um sistema com lógica matemática, ter capacidade de auditar muito mais empresas no mesmo período.
Com o advento da Portaria 1510/09 do Ministério do Trabalho parece que todos esses benefícios foram esquecidos e deixaram de ser discutidos. Muitas empresas decidiram voltar ao modelo manual, ou ao modelo cartográfico achando que o investimento não seria interessante.
Esta atitude é ruim para todos os envolvidos. Do ponto de vista de tecnologia significa uma volta no tempo comparável a deixar de utilizar o e-mail.
Comparação é simples – Para usar o e-mail você precisa fazer um investimento no computador, serviço de intenet (linha discada, banda larga…) e energia. Tudo isso para poder se corresponder de forma imediata com qualquer lugar do mundo.
Se você não quiser utilizar o e-mail, você pode usar o correio. Não existe nenhum gasto inicial. Porém as informações vão demorar muito mais tempo para chegar ao destinatário, e no longo prazo você vai acabar gastando muito mais pelo envio de toda correspondência.
A comparação pode parecer exagerada. Mas as vezes é necessário fazer uma analogia deste tipo para que todos percebam, quanto o Relogio de Ponto Eletrônico facilitou a vida de todos os envolvidos.
No final tanto o REP – Registro Eletrônico de Ponto quanto o equipamento tradicional ajudam todos os envolvidos. Quando alguém mencionar a volta ao passado, lembrem da história do e-mail. Todos os envolvidos são beneficiados.
Procure um parceiro de negócios que viabilize a melhor alternativa para a sua necessidade.